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Pesquisa reforça bandeiras de Renata Abreu por Educação de qualidade e valorização dos professores

Por Imprensa Podemos
Pesquisa reforça bandeiras de Renata Abreu por Educação de qualidade e valorização dos professores

Pesquisa nacional realizada pelo Instituto IDEIA mostra que 53% dos brasileiros defendem melhores salários e condições de trabalho para os docentes, enquanto 37% apontam como prioridade melhorar a formação desses profissionais. Os resultados dialogam com a atuação da deputada federal Renata Abreu (SP), que tem na valorização dos professores e na formação cidadã dos estudantes duas de suas principais frentes na área da Educação.

O levantamento “O que a população pensa sobre a educação | 2026” foi encomendado pela Fundação Itaú, Fundação Lemann, Instituto Natura, Instituto Sonho Grande, Instituto Unibanco e Todos Pela Educação. Foram ouvidas 20 mil pessoas, a partir de 16 anos, nas 27 unidades da Federação, entre maio e julho deste ano.

A importância do professor também aparece quando os entrevistados são convidados a dizer o que caracteriza uma escola de qualidade. Aspectos relacionados à qualidade do ensino, à qualificação e ao comprometimento dos docentes estão entre os mais citados. Para Renata Abreu, melhorar a educação pública exige colocar o professor no centro das políticas educacionais.

“Não existe educação de qualidade sem professor valorizado, preparado e respeitado. É ele quem está todos os dias com nossos alunos e transforma conhecimento, projetos e políticas públicas em aprendizado e oportunidades. Se queremos mudar a educação, precisamos cuidar também de quem ensina”, afirma a deputada.

FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA

Outro eixo defendido por Renata é ampliar a formação oferecida pela escola para preparar crianças e jovens não apenas para o aprendizado acadêmico, mas também para o exercício da cidadania.

Em julho deste ano, foi sancionada a Lei nº 15.468/2026, originada de projeto de lei de Renata, que torna Educação Política e Cidadania componente curricular obrigatório da educação básica. A nova legislação altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e prevê que o conteúdo faça parte da formação dos estudantes. Para que a medida chegue efetivamente às salas de aula, o próximo passo é a definição, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), das diretrizes que orientarão sua aplicação.

“Queremos que nossos jovens saiam da escola sabendo português e matemática, mas também entendendo seus direitos e deveres, como funcionam as instituições e de que maneira podem participar da sociedade. Conhecimento também é uma ferramenta para formar cidadãos mais conscientes e preparados para fazer suas próprias escolhas”, diz Renata.

PROFESSOR PREPARADO PARA INCLUIR

A formação dos professores também está no centro de propostas de Renata voltadas à educação inclusiva. O PL 1283/2026, de autoria da deputada, propõe a criação do Programa Nacional de Incentivo à Docência Inclusiva, destinado à valorização e à capacitação dos professores da rede pública que trabalham no ensino regular com alunos com deficiência.

A proposta prevê formação específica para os docentes e apoio técnico e financeiro da União a estados, Distrito Federal e municípios. O projeto já foi aprovado na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara e atualmente tramita na Comissão de Educação.

Renata também é autora do PL 1430/2025, que propõe alterar a LDB para incluir a formação permanente de educadores voltada à educação inclusiva e à elaboração e aplicação do Planejamento Educacional Individualizado (PEI) para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

“Colocar uma criança com deficiência dentro da escola é apenas o começo. Inclusão de verdade exige que o professor tenha formação, ferramentas e condições para atender às necessidades daquele aluno. Não podemos cobrar do educador uma missão tão importante sem oferecer a ele o suporte necessário”, afirma Renata.

COMO MELHORAR A ESCOLA PÚBLICA

A pesquisa revela que menos da metade dos brasileiros avalia positivamente a qualidade da escola pública. Dos entrevistados, 45% consideram ótima ou boa a qualidade das escolas públicas de seus estados.

Entre as prioridades para os próximos anos, 48% citam a ampliação dos cursos técnicos e 47% apontam a alfabetização das crianças até o final do 2º ano do ensino fundamental.

Os números mostram ainda preocupação com o que os estudantes efetivamente aprendem. Somente 25% dos entrevistados concordam que as crianças estejam aprendendo a ler e escrever no ritmo esperado, enquanto 27% consideram que a escola pública prepara bem os jovens para o mercado de trabalho.

Segundo a parlamentar, os resultados reforçam que melhorar a educação exige acompanhar o estudante desde os primeiros anos e, ao mesmo tempo, reconhecer o papel de quem está diariamente na sala de aula.

“Educação de qualidade é aquela que alfabetiza na idade certa, inclui, prepara para o futuro e forma cidadãos. Valorizar quem ensina é investir diretamente no futuro de quem aprende”, conclui Renata Abreu.

Texto – Lola Nicolás
Foto – Robert Alves

 

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